Cirurgia íntima feita por ginecologista: corrigir o que incomoda sem abrir mão da sensibilidade.

Ninfoplastia, correção de flacidez, plicoma e perineoplastia realizadas no consultório, com laser e anestesia local. Sem internação e sem anestesia geral.

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Atendimento em Macapá. Pacientes de Santana, Oiapoque e Caiena têm a agenda organizada conforme a data de viagem.

Dra. Natália Távora em retrato profissional
  • Procedimento em consultório
  • Anestesia local
  • Tecnologia a laser
  • Acompanhamento até a alta

Se você convive com alguma dessas queixas, existe correção cirúrgica.

A maioria das mulheres passa anos achando que é “assim mesmo”. Não é.

Incômodo estético e de convívio

  • Lábios internos que aparecem, incomodam na roupa e limitam a escolha das peças
  • Excesso de pele (plicoma) que gera atrito e desconforto no dia a dia
  • Assimetria que causa constrangimento na intimidade
  • Alterações na região após grandes perdas de peso
  • Evitar biquíni, roupa de treino ou roupa justa por causa do incômodo

Queixa funcional

  • Sensação de canal alargado, principalmente após partos
  • Perda de urina ao rir, tossir, correr ou treinar
  • Dor ou desconforto durante a relação
  • Redução da sensação e do prazer
  • Fissuras íntimas que voltam sempre

Nem toda queixa íntima é estética, e nem toda queixa funcional se resolve com exercício pélvico ou creme. A avaliação é o que define qual é o seu caso — e se ele tem indicação cirúrgica.

Quero descobrir qual é o meu caso

Por que esperar costuma tornar a correção maior.

Quadros de flacidez e frouxidão vaginal tendem a evoluir com o tempo, com a idade e com novas gestações. Conforme o quadro avança, o porte da cirurgia necessária também aumenta — e casos que poderiam ser resolvidos em consultório, com anestesia local, passam a exigir estrutura hospitalar.

O mesmo vale para a perda de urina e para o desconforto na relação: costumam se acentuar, e costumam ir tirando aos poucos coisas simples da rotina. Treinar. Escolher a roupa sem pensar. Ter vontade de estar perto de alguém.

Cada caso evolui de forma diferente, e só uma avaliação presencial define o seu. Mas quase nenhuma paciente chega ao consultório dizendo que se arrependeu de ter procurado antes.

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A diferença entre operar a aparência e operar a anatomia.

O objetivo do planejamento é sempre o mesmo: restaurar a função e preservar a sensibilidade, e só então tratar a estética. Não o contrário.

A Dra. Natália é ginecologista antes de ser cirurgiã da região íntima. É uma diferença que aparece no resultado.

A avaliação não olha apenas para o que está visível. Ela inclui estruturas que costumam ficar de fora de uma análise superficial, como o capuz clitoriano e a região do clitóris, porque são elas que determinam boa parte da sensibilidade e da harmonia final. O plano cirúrgico é construído para o conjunto, não para um detalhe isolado.

Cirurgia íntima não é um item de menu de beleza. É cirurgia ginecológica, e o resultado depende de quem avalia a anatomia antes de decidir o formato. É por isso que aqui ela não divide espaço com procedimento estético de rotina: é a especialidade da casa.

Função antes de estética

A anatomia é avaliada por inteiro antes de qualquer decisão sobre formato. Preservar sensibilidade é critério de planejamento, não consequência.

Expectativa alinhada antes da cirurgia

Você sai da avaliação sabendo o que a cirurgia resolve, o que ela não resolve e até onde é seguro ir no seu caso.

Técnicas diferentes para casos diferentes

Lábios internos e externos, capuz, clitóris, períneo anterior e posterior, himenoplastia, septos vaginais e plicomas. Cada indicação pede uma abordagem.

Acompanhamento até a alta

A relação não termina no centro cirúrgico. Você é acompanhada pela equipe até receber alta.

Do primeiro contato até a alta, em quatro etapas.

  1. Avaliação

    Conversa e exame com a Dra. Natália. É aqui que a queixa é traduzida em diagnóstico e que se define se existe indicação cirúrgica.

  2. Plano cirúrgico

    Definição das técnicas indicadas para o seu caso, do tempo de recuperação esperado e do investimento. Sem pacote pronto.

  3. Cirurgia no consultório

    Realizada com laser e anestesia local, sem internação e sem anestesia geral. Você chega, opera e vai para casa no mesmo dia.

  4. Pós-operatório acompanhado

    Retornos programados, acompanhamento com a equipe de enfermagem e uso de tecnologias para acelerar a cicatrização.

O que acompanha a sua cirurgia.

LEDterapia no pós-operatório

tecnologia aplicada para acelerar a cicatrização

Kit homecare

você vai para casa com o que precisa para os primeiros dias

Retornos programados

acompanhamento de perto na fase que mais gera dúvida

Equipe de enfermagem dedicada

canal direto para as dúvidas do pós

Orientação pré-procedimento detalhada

você chega no dia da cirurgia sabendo exatamente o que vai acontecer

Planos de continuidade de cuidado

para quem quer seguir acompanhada depois da alta

Vem de Santana, Oiapoque ou Caiena? A agenda é montada em volta da sua viagem.

Boa parte das pacientes não mora em Macapá. Como os procedimentos são ambulatoriais e de baixa complexidade, a estadia necessária é curta — e a agenda é organizada para concentrar avaliação, cirurgia e primeiro retorno dentro da sua janela de viagem.

Quero organizar minha viagem e minha cirurgia
  1. Avaliação e cirurgia alinhadas à sua data

    Você não precisa vir duas vezes. A equipe organiza o cronograma a partir da sua chegada.

  2. Poucos dias de permanência

    O tempo exato é definido no plano cirúrgico, conforme a técnica indicada para o seu caso.

  3. Acompanhamento à distância no pós

    Contato direto com a equipe de enfermagem, com retornos presenciais programados.

Quem vai te atender.

Dra. Natália Távora em retrato profissional diante de um notebook

A Dra. Natália Távora é formada em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com residência em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital do Rocio (PR).

Fez pós-graduação em doenças do trato genital inferior — colo, vagina e vulva — pelo Cetrus, em São Paulo, e fellowship em videolaparoscopia no Hospital Porto Dias, em Belém, com o Dr. Ricardo Quintairos.

Atua com cirurgia íntima de lábios internos e externos, capuz, clitóris, períneo anterior e posterior, himenoplastia, septos vaginais e plicomas, além de injetáveis íntimos e tecnologias de regeneração.

Formação

  • Pontifícia Universidade Católica do Paraná Medicina
  • Hospital do Rocio (PR) Residência em Ginecologia e Obstetrícia
  • Cetrus (SP) Pós-graduação em doenças do trato genital inferior
  • Hospital Porto Dias (Belém) Fellowship em videolaparoscopia

FAQ

Quanto custa a cirurgia?

O valor depende do plano cirúrgico: quais estruturas serão tratadas, quais técnicas são indicadas para o seu caso e o tempo de procedimento. Por isso ele é definido na avaliação, e não por telefone. Nossa equipe explica no WhatsApp como funciona o investimento e as condições de pagamento antes de você agendar.

Dói?

A cirurgia é realizada com anestesia local, então não há dor durante o procedimento. No pós-operatório, o mais comum é desconforto e sensação de inchaço nos primeiros dias, controlados com a medicação prescrita.

Como é o pós-operatório?

Os primeiros dias pedem cuidados simples de higiene e repouso relativo. Você recebe o kit homecare, orientações por escrito e acompanhamento da equipe de enfermagem. A LEDterapia é usada para acelerar a cicatrização.

Preciso ficar de repouso? Quantos dias fico afastada?

Na maioria dos casos ambulatoriais o retorno às atividades leves acontece rápido, e o retorno à atividade física e à vida sexual é liberado de forma progressiva, conforme a evolução. O prazo exato é definido no plano cirúrgico, porque varia com a técnica e com o seu caso.

Dá para parcelar?

Sim. Nossa equipe apresenta as condições disponíveis no WhatsApp.

Vou perder sensibilidade?

Esse é um dos principais motivos de a avaliação ser feita por ginecologista. A preservação da sensibilidade é critério de planejamento cirúrgico: as estruturas responsáveis por ela são avaliadas antes de qualquer decisão sobre formato.

Moro em Santana, Oiapoque ou Caiena. Como funciona?

Atendemos pacientes de fora com frequência. A agenda é montada considerando a sua data de chegada e de retorno, e o acompanhamento do pós é feito à distância pela equipe, com retornos presenciais programados.

Preciso de internação ou anestesia geral?

Não. Os procedimentos ambulatoriais são realizados no consultório, com anestesia local, e você vai para casa no mesmo dia.

Você não precisa continuar se adaptando a um incômodo.

Escolher a roupa pensando no que vai aparecer, evitar o treino, evitar a praia, evitar a intimidade. São escolhas pequenas que, somadas, mudam a forma como você vive.

A avaliação é o passo que transforma “acho que é assim mesmo” em um diagnóstico e um plano.

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Atendimento discreto. Suas informações não são compartilhadas.

Formação complementar

Certificados e formações

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